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As publicações de Street Fighter no Brasil

A partir da década de 1990, a franquia de jogos de luta Street Fighter da Capcom gerou várias revistas no país.



Editora Escala





Em 1993, a Editora Escala  publica a revista Graphic Games 1 - Street Figher II em Quadrinhos, editada pelo estúdio PPA de Sergio Peixoto Silva. A revista trazia aniparos (paródias) oriundas do doujinshi Geeparo Book 3, produzida por Massaya, porém, a revista não possuía licenciamento. Ao invés de processar a Escala, a Romstar do Brasil (empresa que representava a Capcom) resolveu firmar uma parceria com a editora. Segundo Peixoto, a editora lhe ofereceu um cachê para a produção de novas paródias (dessa vez por autores brasileiros), mas o valor foi considerado baixo.





Graphic Games 1 - Street Figher II  Geeparo Book 3
Graphic Games #1






A Escala então encontrou novos autores para as paródias - em 1994 sai a segunda edição de Graphic Games, com roteiros de Marcelo Cassaro (então editor da revista Gamers) e arte de Wagner Fernandes (que publicaria pela editora uma HQ autoral, Space Warriors - Guerreiros do Espaço). Logo em seguida, sai uma outra revista, com o título de Street Fighter II - a arte da capa ficou a cargo de Cassaro, porém, os autores das histórias não foram identificados. Também são de Cassaro as paródias da revista Gamers, protagonizadas pelo Capitão Ninja, um personagem criado por ele. Enquanto foi roteirista e desenhista de O Pequeno Ninja da Editora Ninja, numa dessas paródias, o Capitão Ninja é namorado da lutadora Chun-Li.



Page 01 Download Street Fighter 1° Série 1993 02 / 02






Após as paródias, é oferecida a HQ americana produzida pela Malibu (roteiro de Len Strazewski e desenhos de Don Hillsman II). A revista havia tido apenas 3 edições nos EUA, e mostrava Ken Masters sendo morto por Sagat. No Brasil, Cassaro assume os cargos de editor e tradutor da revista. Mesmo com a arte e o roteiro sendo duvidosos, a revista fez sucesso. Cassaro tentou negociar com a Capcom, o mangá em três volumes, criado por Masaomi Kanzaki, mas não consegue: a solução foi dar continuidade na história americana. Nas edições 4 e 5, como roteirista, Cassaro introduz personagens de Super Street Fighrer II: Cammy e Fei Long. A arte ficou a cargo de Arthur Garcia (desenhos) e João Pacheco (arte-final). Na edição 6, Cassaro é convidado por Ruy Pereira (ex-sócio de Hercílio de Lorenzi e Carlos Cazzamatta na Escala) e vai para a recém-fundada Trama - nesta, Cassaro cria a Revista de RPG Dragon (depois renomeada, Dragão Brasil). Para seu lugar, indica Alexandre Nagado, com quem trabalhou em O Fantástico Jaspion e Heróis da TV (primeira matéria do blog), Nagado, então resolve desconsiderar o que foi publicado nas edições anteriores e cria uma nova cronologia. Com a entrada de Nagado, a revista passa a se chamar Super Street Fighter II. Em 1995, a franquia ficou em evidência - estreava nos cinemas  Street Fighter: A Batalha Final, uma adaptação estrelada pelo ator belga Jean-Claude Van Damme, interpretando o Coronel Guile. Logo em seguida, o SBT começa a exibir aos domingos, o anime Street Fighter II-V. A editora inclusive publica uma adaptação em quadrinhos publicada originalmente pela DC Comics.

Street Fighter I -série da Malibu

Quadrinização do filme estrelado por Van Damme

Após 8 edições, a revista passou a se chamar apenas Street Fighter II e mudou do formato americano (17 x 26) para o formatinho, além disso, as páginas dobram, de 24, passam a ser 48. Até essa edição, os nomes do personagens seguiam a versão japonesa: Vega era o ditador, Mike Bison era o boxeador americano e Balrog, o lutador espanhol. Na versão americana, Vega passou a ser o espanhol, Balrog, o americano e Bison, o ditador. A mudança teria sido motivada por um medo de um processo judicial pelo boxeador Mike Tyson. A revista durou 20 edições. Na série da Malibu, surge a personagem Nida, ela acusava Ryu de ter assassinado o seu mestre Sheng Long (na verdade, ele teria sido envenenado pelo M. Bison), Sheng Long foi o nome que mestre de Ryu e Ken teria recebido em um boato divulgado pela revista EGM em 1992, o nome na verdade se refere ao golpe Shoryuken (traduzido como Punho do Dragão Ascendente"). ainda na série da Malibu, E. Honda enfrenta The Ferret, personagem da editora e que no Brasil foi traduzindo como O Furão. Alexandre Nagado e Rodrigo de Góes se inspiraram no Capitão América da Marvel, para a personalidade de Guile, que liderava os Street Fighters (o mesmo plot foi usado na série animada americana); Embora a série brasileira tenha sido zerada, fazia referências a outras mídias: Ryu e Ken conhecem Guile como no anime Street Fighter II V, e inclusive a personagem Rinko, criada para o anime, aparece nos números finais da revista. Guile tem a patente de Coronel, tal como no filme estrelado por Van Damme. O Capitão Sawada, personagem do filme, também aparece na revista, ele também foi usado na série Street Fighter - The Animated Series e no jogo Street Fighter: The Movie (que foi produzido com coreografias dos atores, semelhante aos jogos de Mortal Kombat) . Senoh, cientista da Shadaloo no anime Street Fighter II- Movie, é chamado de Haruo Ishihara. Alexandre Nagado se dividia entre Street Fighter e as matérias sobre animes e tokusatsus na Revista Herói, porém, um editor da Escala o proibiu de trabalhar em outra editora, após a saída dele, ele voltou a colaborar em informativas, dentre elas a Heróis do Futuro da Press Talent/Unipress. Além de Street Fighter, a Escala publicou na mesma época as revistas de Mortal Kombat (também produzida pela Malibu) e Sonic (pela Archie Comics). 


Os roteiros de Nagado eram feitos em rafes (transliteração da palavra rough), que são similares a storyboards e também chamados de breakdowns ou names (ou neemu) pelos japoneses

. Exemplo de rafes do autor publicados na revista Curso Prático de Desenho #13 - Como Desenvolver Roteiro Para Mangá (Editora Canaã, selo da Editora Escala).













    O estilo da revista era um híbrido de comics e mangá. De acordo com Arthur Garcia, ele não conhecia os personagens, até que, enquanto fazia a revista, o desenhista Alvaro Omine conseguiu o exemplar de um livro com os model sheets (ou settei) dos personagens. No arco de duas partes "As Esferas do Poder", Garcia se inspira no traço do anime Street Fighter II - Movie, em outras histórias, nota-se a influência de Ryoki Ikegami em seu traço;
    As últimas edições traziam os personagens do jogo Street Fighter Alpha (ou Zero no Japão), mas seu arco não foi completo. Em sua página no facebook, Arthur Garcia postou:

                             

    Street Fighter #21



    "Durante os anos 90 fui o responsável pela arte na revista Street Fighter da Editora Escala. Devido à não renovação do licenciamento da mesma, 2 edições e meia foram produzidas e pagas pelo editor, mas nunca publicadas. Entre elas está a fatídica conclusão da história em 3 partes envolvendo o vilão Akuma e a apresentação dos personagens de Street Fighter Zero, sobre a qual sempre sou inquirido quando vou a algum encontro que envolva fãs dos personagens e desta encarnação quadrinista da série. Em primeira mão, após tantos anos, aí estão o lápis da capa e de 2 páginas da história principal. Espero que sirva para matar a saudade e a curiosidade.














    Em O Demônio Caolho publicada em Street Fighter #20, Alexandre Nagado se inspirou no anime O Judoca (Kurenai Shanshiro), mas contar a origem de Dan Hibiki.

    Outras revistas da Editora Escala
    Com os mesmo desenhistas da revista, a editora lançou também, a Galeria de Verão Street Fighter


    Em 1995, a Editora Escala lançou  revistas oficias, contendo informações sobre a franquia. A primeira edição er focada no filme americano, e a seguinte veio com matéria sobre o anime Street Fighter II - Movie, o RPG Street Fighter: The Storytelling Game  e a série animada Street Fighter - The Animated Series, também publicou três edições de uma revista-pôster.



    Street Figher II




    Street Fighter sobre o filme  e as revistas mais abrangentes







    Entre 1999 e 2000, a editora publicou a revista Guia De Referências Anime e Mangá, editada por Marcelo Del Greco, ex-colunista da Revista Herói. A primeira edição trouxe os model sheets de Street Fighter Alpha e quinta, os do anime  Street Fighter II V. A editora também publicaria artes oficiais da franquia na revista  "
    アートブック  Artbook - Os melhores animês e mangás."











    Página da Revista アートブック  Artbook - Os melhores animês e mangás #7, arte de Street Fighter II e Darkstalkers.



    Página do Guia De Referências Anime e Mangá 5

    Nova Sampa

    Em 1996, a Nova Sampa (cujo dono, Carlos Cazzamatta, também foi um dos fundadores da Escala) lança a revista Quem é Quem Street Fighter II. A revista foi produzida por Sergio Peixoto através do estúdio Quadrimix de Franco de Rosa, e trazia fichas biográficas de personagens da franquia com ilustrações de Sebastião Seabra, Paulo Yokota e Rosana Valim, outras edições foram anunciadas, mas aparentemente, não foram lançadas. Na mesma editora, com José Roberto Pereira, Peixoto já havia lançado outra revista sobre a uma franquia de jogos de luta, a revista Quem é Quem Game, dedicada à The King of Fighters, que une personagens oriundos de Fatal Fury e Art of Fighting, que foram criados por Hiroshi Matsumoto e Takashi Nishiyama e de Ikari Warriors e Psycho Soldier, todos da SNK, na década de 2000, as duas empresas lançariam juntas a série SNK vs. Capcom.
    Street Figher II


    Na revista, o cientista Senoh é chamado apenas de Doutor.


    A editora também publicou uma revista de atividades chamada Passatempos Street Fighter II, na edição 2, as ilustrações são creditadas ao Alexandre Nagado, com arte-final de Silvio Spotti







    Em 1997, a Hyper Comix, versão de banca do fanzine de João Vicente Cardoso, o JVC publicada pela Magnum (editora da revista Animax, editada por Peixoto), publicou paródias de Street Fighter.


    Hyper Comix #13, capa de Denise Akemi 
    Hyper Comix #14, capa de André Luis Felipe, o ALF, Alfloptrecus Malucu




    Brinquedos Estrelas
    Em 1995, a Estrela lança no país a coleção de bonecos "Street Fighter Official Movie Fighter", baseada no filme estrelado por  Jean-Claude Van Damme e lançado nos EUA pela Hasbro, mesma empresa de G.I. Joe/Comandos em Ação, essa não foi a primeira parceria entre a Capcom e a Hasbro, em 1993, uma coleção de G.I.Joe trouxe bonecos da franquia de jogos, em 2015, a editora americana IDW anunciou um crossover em quadrinhos entre as duas franquias. Curiosamente, Marcelo Cassaro fez quadrinhos baseados em Comandos em Ação publicados como informes publicitários em revistas em quadrinhos.


    No seguinte, é a vez de um jogo de tabuleiro baseado na série,  o estilo do desenhista da Caixa lembra o do Arthur Garcia, outras franquias tiveram jogos de tabuleiro similares pela Estrela e eram divulgados juntos: Mortal Kombat, X-Men, Quarteto Fantástico, Conan e Homem de Ferro. Esse não foi o primeiro jogo de tabuleiro da franquia, em 1994, a Milton Bradley (empresa foi comprada pela Hasbro em 1984), já havia lançado um jogo de tabuleiro de Street Fighter.

    Ediouro/Coquetel
    Através do selo Coquetel, a Ediouro lançou uma série de revistas de Passatempos baseados na franquia.

    Revistas de passatempos da linha Coquetel dedicadas a Street Fighter II


     Nova Cultura

    A editora Nova Cultura, um selo da Editora Abril, publicou um suplemento para Pense Bem, um jogo da TecToy de perguntas e respostas e que visualmente lembrava um notebook ou computador doméstico da década de 1980.




    Álbuns de figurinhas

    Em 1994, a Multi Editora lançou o álbum de figurinhas "Super Street Fighter II - Official Sticker Album'




    Em 1996, foi a vez das balas Zung da Frigells, as balas traziam figurinhas para serem coladas em posteres, as figurinhas traziam artes oficiais e screenshots da série animada americana, a empresa já havia publicado álbuns-posteres dos Cavaleiros do Zodíaco, a Frigells foi comprada pela Riclan, que continuou publicado outros álbuns parecidos com de outras franquias.



    Em 1997, a Panini lançou o álbum Game Collection.




    Editora Trama




    Mesmo na editora Trama, Cassaro continuo reverenciando sobre a franquia:

    No Sistema de RPG Defensores de Tóquio, criado por ele, o Capitão Ninja aparece como namorado da lutadora chinesa Lun-Chi;

    Dragão Brasil #2 - notícia do lançamento de Street Fighter: The  Storytelling Game da White Wolf;

    Dragão Brasil #26 Game Fighters para Defensores de Tóquio

    Dragão Brasil #33 - adaptação de Marvel vs. Street Fighters para GURPS

    Só Aventuras #1 - - adaptação de Street Fighter para GURPS



    Em 1998, a Trama assina um contrado de licença com a  Character Comércio e Serviços e a Romstar do Brasil para publicar RPGs e quadrinhos de Street Fighter, com isso puderam  publicar o jogo da White Wolf, usar a franquia como cenário de campanha da terc1qqeira edição de Defensores de Tóquio, junto com Mortal Kombat e 3 jogos Megaman, Darkstalkers e do jogo beat 'em up Final Fight (que inicialmente se chamaria Street Fighter '89, os personagens de Final Fight acabaram sendo integrados a Street Fighter Alpha ou Zero no Ocidente, os personagens das outras franquias apareceriam na série "vs. Capcom") e publicar uma mini-série em três edições chamada Street Fghter Zero 3, desenhada por Érica Awano (revelada em em Megaman da Magnum). Para não infringir os direitos da Devir (editora que publicava os títulos da White Wolf no Brasil), Cassaro optou por não usar as ilustrações originais dos livros, em seu lugar usou artes originais da Capcom e desenhos de Awano e Lydia Megumi Oide. Porém, a Devir ainda iria reclamar - a solução só veio com a visita de Mike Tinney, um dos autores do jogo no Encontro Internacional de RPG. No fim, os royalties do jogo foram pagos a White Wolf. o jogo foi publicado em 1999 em três edições de Dragão Brasil Especial e teve uma edição encadernada publicada em 2001.

    Na edição 69 da  Dragão Brasil, foi publicada uma adaptação de The King of Fighters da SNK para 3D&T, a adaptação ficou a cargo de Hiimisky Massaoka e Maira Kamikabeya.



    1
    Street Fighter Zeo 3- Arte de Érica Awano


    Mesmo com o estilo bem próximo aos mangás, Marcelo Cassaro e Érica Awano não consideram a mini-série como mangá puro.


    Cassaro mais uma vez faz referência ao namoro de Capitão Ninja e Chun-Li nessa mini-série - nela, o Capitão aparece desenhado por Awano e e diz ser ex-namorado da chinesa, a história foi publicada na última edição da mini-série em Dragão Brasil #54 (1999)
    Cassaro se inspirou no RPG da White Wolf, achando que ele trazia a história oficial da franquia.

    Na revista Animax #33, foi anunciada que o Estúdio PPA, produziria uma mini-série chamada Pocket Fighter, inspirada no jogo homônimo para a editora Shangri-la, e uma de Darkstalkers, escrita por Rogério Saladino e desenhada por Eduardo Francisco. Ambos os projetos foram cancelados. Na Animax #46, foram anunciadas as mini-séries The King of Fighters e Samurai Spirits da Neo Geo e Megaman X, ilustradas por Denise Akemi, Érica Awano, Eduardo Francisco e Rogério Hanata seriam publicadas pela editora carioca Shalon, os projetos também foram descontinuados, uma vez que a editora fechou as portas.


    Entre 2000 e 2003, Sérgio Peixoto publicou pela Editora Trama a revista Anime Ex, e chegou a publicar histórias na revista em quadrinhos Defensores de Tóquio.Gem Fighter sales flyer.png


    Em 2010, a revista Dragon Slayer #31 da Editora Escala, publica o artigo Torneio das Sombras para Mega City (cenário de 3D&T Alpha) de Gustavo Brauner, Torneio das Sombras é inspirados em jogos de luta, dentre eles, Street Fighter, em 2012, é lançado o livro Mega City e no ano seguinte, Mega City - Manual do Aventureiro.

    Newpop Editora
    Em 2012, a Newpop Editora anuncia a publicação dos mangás oficiais da franquia Street Fighter Alpha e Street Fighter: Sakura Ganbaru!, ambos produzidos por  Masahiko Nakahira, e com dois volumes cada. A primeira edição de  Street Fighter Alpha  foi finalmente publicada em Dezembro de 2012. A segunda foi lançada em Abril de 2014. Sakura Ganbaru! não teve data divulgada pela editora.





    WarpZone

    Em 2018, a editora/revista WarpZone  a mesma que lançou uma edição comemorativa da revista Animax, lançou um projeto de financiamento no Catarse de um livro sobre a franquia Street Fighter, previsto para ser lançado em agosto de 2018, a publicação só foi lançada em novembro. Link para a compra.

    Anteriormente, a franquia havia sido tema da revista Warpzone Clássicos n. 2



    Agradecimento ao Casto Castissimo, pelo scan da revista Quem é Quem Street Fighter II, a  Luís HB Veríssimo pelo scan da Revista Oficial #2 e ao Carlos Dalben por informar sobre as revistas-pôsteres. 

    Veja a matéria da Bia-Chun-li sobre os quadrinhos chineses da franquia


    Fontes e referências


    Street Fighter - Revista Oficial #2, 1996, Editora Escala

    Marcelo Cassaro (Março de 2008). Revista Dragon Slayer #19 - Street Fighter RPG, Editora Escala
    Wizard Brasil #5, 1996, Editora Globo




















      



    A história desconhecida por trás do RPG de 'Street Fighter'

    Comentários

    1. Excelente postagem, uma das melhores sem dúvida ! Houveram muitas publicações sobre Street. Até mais do que muita gente imagina. Todas essas informações são de grande valia - tem alguns materiais que são difíceis de achar.

      E agradeço de coração mesmo pela citação na matéria entre as fontes e referências. Fico lisonjeado pelo respeito e carinho de todos as comunidades. ^^

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    2. o seu blog foi um dos primeiro que vi falando das HQs, temos que registrar essas publicações.

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    3. Ótima matéria!Se tem um talento que eu queria ter e não tenho é de desenhar com essa perfeição.Se soubesse,tbm faria uma HQ sobre Street Fighter.Eu jogo,assisto,leio e respiro tudo que se relaciona ao SF.Um dos grandes amores da minha vida!

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